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A Cia. Hecatombe nasceu em 2005 quando seus fundadores os dramaturgos Homero Ferreira e Daniele Veiga se conheceram. No mesmo ano iniciam a pré-produção da Ópera Carmen e promovem leituras abertas do texto Quem Matou Amèlie de Port-Sallut? de Marcos Caruso e Jandira Martini no parque do Ibirapuera em São Paulo. 

2006 é um ano que a companhia passa inteiramente voltada à pesquisa dramatúrgica. Em 2007 a companhia apresenta-se no festival Curta Teatro com Libra, de Homero Ferreira, onde ganha os prêmios de melhor cenografia e 3º melhor espetáculo. 

Em 2008 a companhia apresenta ao público, dentro das festividades do aniversário da cidade de Rio Preto, uma leitura dramática do texto Línguas e Lentes, de Homero Ferreira e do conto Triângulo em Cravo e Flauta doce, de Caio Fernando Abreu. A junção de texto e conto é intitulada Tecnicamente Doce. Em abril do mesmo ano apresenta-se novamente no Festival Curta Teatro com a peça Françoise, de Luiz Vilela. 

Em 2009 novamente dentro das festividades do aniversário de Rio Preto a Cia. Hecatombe promove a instalação De Quando Se Confessa Sem Doer – Ocupação Poética em Vários Atos, uma instalação que expõe poemas escritos por Homero Ferreira em meio a um amontoado de tijolos, transpondo poema em imagem. Ainda em 2009, no Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto a Cia. Hecatombe estreia Orégano do argentino Sérgio Lobo e se aprofunda na pesquisa da linguagem neogrotesca. É convidada a abrir o Festival Latino-americano de Foz do Iguaçu/PR.

Em 2011 se apresenta no JBC – Festival Janeiro Brasileiro da Comédia – Rio Preto. Faz curta temporada no Estação Caneca na cidade de São Paulo. É selecionada com um projeto de estreia dentro do FIT – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, com o experimento [Uma História de] Borboleta In Process. É agraciada com o apoio do PROAC – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo para a montagem do espetáculo Cheiro de Carne

Em 2012 vai ao Rio de Janeiro com o espetáculo Orégano para discutir sobre Teatro latino-americano. Estreia Cheiro de Carne. Além de receber mais um prêmio PROAC, dessa vez para circulação do espetáculo Orégano

Em 2013 é selecionada com o espetáculo Cheiro de Carne para dois importantes festivais internacionais, o FIT de São José do Rio Preto e o Festival Ibero-americano de Teatro de Mar Del Plata/ Argentina. 

Em 2014 estreia a peça Longos Anos, espetáculo que marca o retorno de um trabalho essencialmente autoral dentro da Cia. Hecatombe e permite explorar verticalmente âmbitos da criação dramatúrgica. Esse projeto conta com a orientação do diretor carioca Pedro Brício e dessa maneira começa a desenvolver trabalhos e estudos também no Rio de Janeiro – RJ, inaugurando um movimento de intercâmbio teatral entre essas cidades. Longos Anos percorre festivais importantes como Satyrianas em São Paulo/SP, Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora/MG.

Em 2015 apresenta-se com Longos Anos no FESTFIC do Rio de Janeiro/RJ, estreia a performance MICROMEM(´)RIA no SESC Rio Preto dentro da programação do festival BREU e é novamente agraciada pelo PROAC para a montagem de seu novo projeto adulto intitulado Crise de Gente

Em 2016 estreia a performance Camarim no festival Arena Cacilda em São José do Rio Preto/SP e se apresenta com Longos Anos no FIT – Festival Internacional de São José do Rio Preto/SP, fazendo 07 sessões. Ainda em 2016 estreia Crise de Gente e recebe o apoio do PROAC para montagem do espetáculo 20 mil novas léguas, o primeiro infantil da companhia.

Cada vez mais aprofundada na pesquisa da linguagem neogrotesca e em diferentes vertentes do fazer teatral, a Companhia Hecatombe vem crescendo e produzindo arte na constante busca de reflexão sobre os temas que leva aos palcos.

A Cia. Hecatombe nasceu em 2005 quando seus fundadores os dramaturgos Homero Ferreira e Daniele Veiga se conheceram. No mesmo ano iniciam a pré-produção da Ópera Carmen e promovem leituras abertas do texto Quem Matou Amèlie de Port-Sallut? de Marcos Caruso e Jandira Martini no parque do Ibirapuera em São Paulo. 

2006 é um ano que a companhia passa inteiramente voltada à pesquisa dramatúrgica. Em 2007 a companhia apresenta-se no festival Curta Teatro com Libra, de Homero Ferreira, onde ganha os prêmios de melhor cenografia e 3º melhor espetáculo. 

Em 2008 a companhia apresenta ao público, dentro das festividades do aniversário da cidade de Rio Preto, uma leitura dramática do texto Línguas e Lentes, de Homero Ferreira e do conto Triângulo em Cravo e Flauta doce, de Caio Fernando Abreu. A junção de texto e conto é intitulada Tecnicamente Doce. Em abril do mesmo ano apresenta-se novamente no Festival Curta Teatro com a peça Françoise, de Luiz Vilela. 

Em 2009 novamente dentro das festividades do aniversário de Rio Preto a Cia. Hecatombe promove a instalação De Quando Se Confessa Sem Doer – Ocupação Poética em Vários Atos, uma instalação que expõe poemas escritos por Homero Ferreira em meio a um amontoado de tijolos, transpondo poema em imagem. Ainda em 2009, no Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto a Cia. Hecatombe estreia Orégano do argentino Sérgio Lobo e se aprofunda na pesquisa da linguagem neogrotesca. É convidada a abrir o Festival Latino-americano de Foz do Iguaçu/PR.

Em 2011 se apresenta no JBC – Festival Janeiro Brasileiro da Comédia – Rio Preto. Faz curta temporada no Estação Caneca na cidade de São Paulo. É selecionada com um projeto de estreia dentro do FIT – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, com o experimento [Uma História de] Borboleta In Process. É agraciada com o apoio do PROAC – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo para a montagem do espetáculo Cheiro de Carne

Em 2012 vai ao Rio de Janeiro com o espetáculo Orégano para discutir sobre Teatro latino-americano. Estreia Cheiro de Carne. Além de receber mais um prêmio PROAC, dessa vez para circulação do espetáculo Orégano

Em 2013 é selecionada com o espetáculo Cheiro de Carne para dois importantes festivais internacionais, o FIT de São José do Rio Preto e o Festival Ibero-americano de Teatro de Mar Del Plata/ Argentina. 

Em 2014 estreia a peça Longos Anos, espetáculo que marca o retorno de um trabalho essencialmente autoral dentro da Cia. Hecatombe e permite explorar verticalmente âmbitos da criação dramatúrgica. Esse projeto conta com a orientação do diretor carioca Pedro Brício e dessa maneira começa a desenvolver trabalhos e estudos também no Rio de Janeiro – RJ, inaugurando um movimento de intercâmbio teatral entre essas cidades. Longos Anos percorre festivais importantes como Satyrianas em São Paulo/SP, Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora/MG.

Em 2015 apresenta-se com Longos Anos no FESTFIC do Rio de Janeiro/RJ, estreia a performance MICROMEM(´)RIA no SESC Rio Preto dentro da programação do festival BREU e é novamente agraciada pelo PROAC para a montagem de seu novo projeto adulto intitulado Crise de Gente

Em 2016 estreia a performance Camarim no festival Arena Cacilda em São José do Rio Preto/SP e se apresenta com Longos Anos no FIT – Festival Internacional de São José do Rio Preto/SP, fazendo 07 sessões. Ainda em 2016 estreia Crise de Gente e recebe o apoio do PROAC para montagem do espetáculo 20 mil novas léguas, o primeiro infantil da companhia.

Cada vez mais aprofundada na pesquisa da linguagem neogrotesca e em diferentes vertentes do fazer teatral, a Companhia Hecatombe vem crescendo e produzindo arte na constante busca de reflexão sobre os temas que leva aos palcos.